domingo, 7 de setembro de 2014

relações sem soluções

Um silêncio suicida

Já não acredito em soluções
Que melhorem umas relações
Em que se usa munições
Desvalorizando comunicações.

Palavras suaves esquecidas
Na tua mente porosa
Tua língua, já sem articulações,
Silencia até as assombrações
Que revelavam armações
 assobiavam já não consegues
Só usas os os gumes da lingua
de faca, silêncio dum morto

Na aus~encia de comuniPassiveis de dissolver armações
Premeditadamente maldosas
Criadas em mentes porosas

Tua cabeça é uma pedra pomme


sábado, 6 de setembro de 2014

alma de Cabo Verde

Aqui é assim: mulheres e homens,  ao sol, ou à lua
Meditam sobre a vida, em claro ou a dormir
Iluminados ou à luz da vela, rezando ou sonhando
Lidam contra as dificuldades do dia-a-dia:
Cada um por si nada rende, surge Amílcar e Deus
Antevendo toda a gente reconhecida como tal
Renasce em cada um o querer se livrar do mal.

por todo o lado desta terra
Melodias esfregando suavemente os ouvidos
Um certo resmungar
Enquanto homens e As mulheres ficam a singrar na ponta 
Nasci e encontre-te aqui,  e deixo-te ficar
É peculiar ouvir
Que assina sem sina típica de qualquer lado,
Cada alma desabafa, entre os homens

Suas  suavemente escapam vozes

postergar om ixa sair e se observar
Já tentei, Cabo-verdiano esteja onde for liberta
gritos
Teus gritos
O sol nascente até ao poente sempre convida

A lua lança seus largos olhos meigos
Admirando a beleza das ilhas desta terra
E a vivência dos povos que
mas aqui é mesmo assim, mes
Ninguém se libertatodos se apegam
demonstram sua curiosidade de mãe